quinta-feira, 23 de julho de 2009

SEMINÁरियो TECNOLOGIA ASSISTIVA

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

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16/06/09, 17:57 - Educação

Educação promove seminário sobre Tecnologia Assistiva Social
Foto: José Santana Filho / Educação O médico pediatra Byron Emanuel Ramos / Foto: José Santana Filho / Educação Foto: José Santana Filho / Educação Foto: José Santana Filho / Educação
Profissionais que atuam em salas de atendimento especializado nas redes estadual e municipal de ensino participaram do I Seminário Tecnologia Assistiva e Social X Acessibilidade. O evento, promovido pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), por meio da Divisão de Tecnologia Educacional (Dite), foi realizado nesta terça-feira, 16, no auditório Lourival Batista. O objetivo foi disseminar o conhecimento dos recursos pedagógicos da tecnologia, na perspectiva da aquisição de novos valores e procedimentos no processo de inclusão social e educacional da pessoa com necessidades educacionais especiais.

O médico pediatra Byron Emanuel Ramos foi um dos palestrantes do evento. Na oportunidade, ele fez comentários sobre a inclusão sócio-educacional. “Somos todos deficientes”, disse ao explicar a deficiência no modelo médico, que abrange a parte biológica e o modelo social, contextualizado. “O social é capaz de contribuir para a deficiência”, ressaltou o médico ao destacar que a avaliação pode ser feita através do diagnóstico médico, social, psicológico, educacional e profissional.

A inclusão, de acordo com ele, pode ser feita por atos que vão desde a solidariedade até a compreensão, liberdade, independência, vínculo, acolhimento e integração. Ao mencionar os atos da inclusão para os participantes do seminário, o médico pediatra citou os desejos dos pais, o conhecimento médico e a abordagem psicológica. “Ninguém é anormal. Apenas somos diferentes. Uns aprendem com mais facilidade, enquanto outros têm certas dificuldades”, disse.

Sentimentos para incluir

Ao relacionar a reação da família, o palestrante iniciou pelo lado do silêncio, em que muitos pais fazem esta opção para depois redefinir conceitos. “Alguns perguntam - porque isso aconteceu comigo? - até o ponto máximo, em que a família diz que não tem mais nada o que fazer”, apontou o médico. Sobre os sentimentos para incluir, ele citou o auto conhecimento, auto transformação, subjetividades das relações, aceitar e compreender diferenças.

De acordo com Byron Ramos, a inclusão começa na vida uterina, passando pela estrutura familiar, escola inclusiva, meio ambiente sustentável e comunidade solidária. “A maioria das deficiências pode ser prevenida”. Sobre como incluir, ele mencionou os seguintes itens: formação de profissionais; recursos de materiais; parceria com instituições; reorientação curricular, avaliação funcional e rede de apoio.

Programação

O seminário teve início às 8h, com apresentação cultural “Flauta Doce”. Logo em seguida, Jean Angélica Coutinho, do PROINESP/SE, debateu sobre o sistema educacional holos. Depois, aconteceram as mesas redondas: tecnologia assistiva, com Osmário Alves de Figueiredo Júnior; relatos de experiências profissionais em tecnologia assistiva, com Rita de Cácia Souza; apresentação cultural interpretação de música em libras e relatos de experiências profissionais em educação especial, com Cíntia Moreira da Silva e Antônio Carlos Vieira.

À tarde, às 14 horas foi realizada uma apresentação cultural com o coral Canarinhos. Em seguida foi promovida a palestra do médico Byron Ramos; relatos de experiências profissionais em educação especial, com a participação das professoras Jailde Rezende da Costa Viana e Adilma Freire Garangau Menezes. Em seguida, mais uma apresentação cultural com interpretação de música em libra (DIEESP); software –Hagaquê, com a professora Maria das Graças Marques e